As narrativas virtuais e a morte do livro
Escrevi um texto para o Diário do Comércio comentando sobre uma experiência de narrativa virtual bem sucedida (a única que conheço, por enquanto), o site, ou “livro líquido”, Pine Point. Falo também do conto “interativo” da escritora norte-americana Shelley Jackson, que só é conhecido por aqueles que se dispõem a tatuar uma das palavras no próprio corpo.
O texto está na página 22 da edição virtual do jornal que não é vendido em bancas:http://issuu.com/diario_do_comercio/docs/300911/1.
Mas, além disso, o pessoal do site do jornal juntou o meu texto com o do Renato Pompeu, uma defesa apaixonada da perenidade dos livros, e colocou tudo dentro de um iPad virtual. O resultado está aqui: http://www.dcomercio.com.br/especiais/2011/livro/





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