O Brasil é um país exemplo no mundo quando se fala de utilização de software livre e Linux – isso todo mundo já sabe. Agora a Apple abriu sua loja virtual no Brasil e o número de Macs que se vê por aí aumentou imensamente. Até o Google, que prepara seu sistema operacional não-Windows tem dois escritórios no Brasil.

Mas o que eu já espero mesmo antes de isso tudo ter acontecido é uma versão eletrônica de um dicionário Português decente que rode em um sistema Linux/Apple. Por que é que as editoras continuam apenas produzindo suas versões .exe?

Eu não tenho a resposta. Já enviei a pergunta às editoras e nenhuma me respondeu. Também estranho a falta de cobrança por parte da comunidade não-Windows por um dicionário como se isso não fosse de primeira necessidade.

E, tendo feito isso, por que não começar a pensar em versões desses dicionários para celulares e afins? Será que as editoras ou a ABL nos ouvirá?

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