The Incident Clock: A Day of Live and The Band of Outsiders
Com
Cherry Pickman,
Dawn Marie Knopf,
Florencia Varela,
Josh Bettinger e
Roberto Taddei.
Domingo, 27 de Abril, às 5PM.
Bowery Poetry Club
(308 Bowery - New York - NY).
Esta semana Eugênio Bucci lança o livro Em Brasília, 19 horas: a guerra entre a chapa-branca e o direito à informação no primeiro governo Lula, (294 pp., Editora Record, Rio de Janeiro, 2008). Eu ainda não li mas vou correndo pegar o meu exemplar assim que por os pés por ai. Mas o Savazoni leu, comentou e até me leu um trechinho divertido onde Eugênio oficializa o uso do termo “bitchão” como pronome de tratamento. Eu, cá em minha humilde posição de modesto observador, me felicito pelo lançamento e pela história. E mais não digo. Quem diz, é o tal “bitchão”, aqui: Uma odisséia pelo direito à informação.
Semana passada tentei abrir a porta do apartamento dois andares abaixo do meu. Hoje tentei abrir o meu próprio apartamento sem usar as chaves. Estou há três semanas indo ao mesmo supermercado para comprar uma lata de leite condensado e nunca me lembro. Saio de lá com tudo, menos a lata. O mesmo com a borracha da minha cafeteira. Semana passada li o livro errado para um classe, resultado, duas horas discutindo um outro livro que não li. Hoje enviei um e-mail falando sobre o lançamento da tradução de Giovanni, do James Baldwin, no Brasil, mas confundindo este com outro livro, Another Country, não disponível no Brasil. O que a falta de um verão não faz com o sujeito.
Já disse que Minas é o que nos une, aqui, digo, no Brasil.
Agora digo que Minas é o que nos une no estrangeiro, também.
O que é que é brasileiro quando você não está no Brasil?
Queijo Minas (com doce de leite ou goiabada ou puro), Queijo Meia Cura, Requeijão, Cachaça e Pão de Queijo.
Agora me diga, de onde é que vem tudo isso?
De Minas. Ou daquelas partes de São Paulo, Goiás, Rio, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Bahia, etc… que fazem fronteira com Minas e são Minas em essência.
Minas é o Brasil, embora São Paulo e Rio insistam em transformar o país em uma assombração meio Europa meio Estados Unidos e chamar isso de modernidade (aquela história de o Brasil ser o país do futuro - Minas já está voltando).


